30/01/2017

Já falamos melhor!

Ao inicio, quando olhavam para ele comentavam sempre "é um bebé calminho, não é?"
Agora, desde que começou a dar uso às suas ricas pernas e a querer fazer o que lhe apetece, só comentam "vai ser fresco, vai".

27/01/2017

És o meu lado POSITIVO.

Nunca me irei esquecer do dia de hoje e destas palavras que espelham mais ou menos as emoções que carrego no coração. Não sou boa a falar de felicidade, nem gosto muito de verbalizar certos sentimentos, para mim há coisas que sentem-se apenas no nosso intimo e isso reflecte-se na nossa maneira de ser, de (inter)agir e comunicar. Até mesmo por muito que me esforce parece-me sempre que não há palavras suficientes que exprimam aquilo que sinto e quero transmitir. Felicidade é um sentimento para ser vivido, é uma coisa tão nossa! Acho que é o mesmo que responder à questão "Porquê que é tão bom ser mãe?". Como é que se explica isso? Por onde começamos? As palavras parecem que nunca transmitem aquilo que queremos dizer, a amplitude do bom que é, não é verdade? Quem é mãe (e gosta de o ser), sabe/sente que é o melhor do mundo. Ponto.

Dias como o de hoje deixam-me lamechas - acho que ainda são efeitos das hormonas porque nunca fui dada a isso (sou capricorniana de gema!) -, de não conseguir controlar a emoção que transborda cá dentro. E não sendo boa com as palavras tenho de ser curta e grossa: Sou feliz. Muito feliz. Antes de ser mãe tinha muitos momentos felizes, agora sou mesmo feliz. Agora, mesmo nos dias mais negativos, encontrei o meu lado positivo. Pequenos motivos que me aquecem o coração, me fazem ser grata, que me fazem sorrir e ser forte. Tudo isto por causa dele, o meu pequeno, grande amor. Obrigada por teres entrado nas nossas vidas.

[Dizer-te que te amo daqui até à lua também não me parece o suficiente ... Não sei dizer por palavras quantas voltas teríamos que dar, mas espero saber demonstra-lo!]

24/01/2017

Noites fora de casa

Perguntaram-me, durante o jantar do meu aniversário, se ainda iria buscar o pequeno à avó. Disse que sim. Conversou-se um pouco sobre isso, mas há assuntos que para mim não têm muito pano para mangas porque tudo depende da vontade e dinâmica de cada família. Eu não sei quando estarei preparada para tirar o meu pintainho debaixo da minha asa, escusam de perguntar e de pressionar. Esse dia irá chegar, com certeza, mas não nos sentimos tentados a apressar as coisas, não temos data marcada para "despachar" o miúdo para as avós (que bem sonham com esse dia!).

Acredito que se não fosse o nascimento prematuro do pequeno nós já teríamos aproveitado a boa-vontade da nossa rede de apoio para passarmos um fim-de-semana ou outro só nós os dois. Apesar de ser algo que ainda não tenha colocado em prática, sou da opinião que um casal deve fazer pequenas escapadinhas. E nós temos feito à nossa maneira, pequenos programas a dois. Mas, por enquanto, já nos bastou as primeiras 19 noites que nós ficamos forçosamente sem ele para abrir mão das noites. Racionalmente sei que é uma estupidez, mas não consigo deixar de me sentir como se tivesse a abandona-lo todos os dias durante esse período. Vir para casa sem ele foi o que mais me custou e marcou. Quando o tive só para mim, prometi-lhe que durante os próximos tempos seria eu a primeira e a última pessoa que ele veria. Seria eu a dar-lhe o beijo de bons dias e de boas noites.

Todos já se esqueceram desses tempos difíceis, menos nós que vivenciamos na primeira pessoa! É por isso que para mim há muitos assuntos que não têm pano para mangas porque (felizmente) não vivenciamos todos as mesmas situações, não agimos todos da mesma maneira,  não me dou ao trabalho nem me sinto no dever de dar explicações sobre as minhas opções, muito menos a quem não percebe que o mundo não é padronizado. E tentar que as pessoas andem nos meus sapatos é uma causa perdida à partida. Resta-me sentir feliz nas minhas opções.



20/01/2017

Saldos, o que me irrita.


Se há coisa que me chateia é comprar alguma coisa em saldos e passado pouco tempo haver uma nova rebaixa. Foi o que me aconteceu com este casaco da Bershka, era quase 30€, passou para 16€ e comprei-o por 13€. Quando fui ao site já tinha novamente abaixado para ... 8€! E eu a pensar que tinha comprado este casaco giro e quentinho por um bom preço, afinal já era menos de metade do valor inicial. Podia ter sido melhor, podia ter esperado porque ainda havia o meu número e cor, mas de qualquer das maneiras foi uma boa compra, é quentinho que só ele. E eu que nem costumo entrar em lojas tipo Bershkas, lá faço uns bons achados em saldos!

17/01/2017

Meu beijoqueiro.

Acho que o meu filho fez uma espécie de resolução de ano novo: mandar todos os dias beijinhos à mãe! Passa por mim, mete a mão na boca e muah. Derreto-me.

16/01/2017

Agora é que vai ser um 31!


Na semana passada soprei mais umas velas e para não variar muito o meu amor tirou o dia para estarmos juntos. De manhã fui mimada pelos homens da minha vida. Este ano o meu marido conteve-se e não revelou quais eram os meus presentes. Inédito! Nunca conseguiu fazer surpresas, desbronca-se logo, mas este ano surpreendeu-me. E tendo em conta que já tinha comprado os presentes antes do Natal, calculo que tenha sido uma prova de esforço muito difícil. Foi uma surpresa para mim ele conseguir surpreender-me!

Almoçamos a dois, fomos ao cinema, passeamos. À noite cantamos os parabéns em família. Sábado foi dia de festejar entre amigos num belo restaurante espanhol com animação ao vivo. Olé! Entrar nos trintas fez-me apreciar (ainda mais) estes pequenos prazeres e momentos da vida.

06/01/2017

Adeus, passeios de Natal.

Logo a seguir ao Natal aproveitamos para ir espreitar as decorações de Natal pelas ruas de Lisboa. Quando o Natal passa entro em negação. Do Natal ao Ano Novo é um tiro. Do Ano Novo aos Reis outro tiro é e lá se vão as decorações de Natal. Deprimo! :)
Lisboa estava linda, muito bem decorada, valeu a pena o passeio. Passamos ainda pelo Wonderland no parque Eduardo VII, e como já tinha lido, quem procura diversão sai desiludido, a variedade não é muita (quando não se paga entrada nem diversões está-se à espera do quê?). O pequeno ainda não tem idade para entrar em nenhuma atracção, fomos mesmo só pelo passeio e mostrar-lhe mais luzes de Natal! Saímos de lá com 12 bombocas deliciosas, compensou passar por lá ;)
Eu bem disse que 2016 foi um ano delicioso, terminamos as nossas novas experiências no The Great American Disaster, um sitio muito giro, tão anos 50, e com uma vista espetacular para as iluminações de Natal. A repetir.



04/01/2017

Adeus 2016. Olá 2017.

Será que ainda venho a tempo de vos desejar um Feliz Ano Novo? De fazer os balanços de 2016? Eu nem sou pessoa de resoluções ou de criar expectativas em relação a nada, mas o ano passado ao contrário do que é habitual (como disse aqui), iniciei o ano com uma lista de desejos que gostaria de ver riscada. Como a maioria dos desejos não eram para mim, foi-me fácil preencher a lista dos 12. Os que foram para mim foram mais ao género de encher chouriços, de já saber o que é casa gasta, mas em alguns pontos até acabei surpreendida comigo mesma!

- Festejar o meu 30º aniversário de forma especial (Janeiro). Entrei numa nova década com mais confiança e satisfeita com o quadro geral. Foram 30 anos de vida bem vividos e cheios de boas memórias e com a ambição que daqui para a frente sejam muito melhores.

- Baptizar o pequeno (Setembro). Foi um dia duplamente especial que eu quero guardar ainda só para mim (nós). Baptizamos o novo membro desta família no dia em que celebramos 5 anos em que nós os dois iniciamos a nossa própria família, celebramos o nosso amor. Haverá data mais especial do que esta? Para nós não.

- Festejar o 1º aniversário do meu filho (Agosto). Mais um dia muito especial, num local fora do comum. Foi um dia muito bem passado na companhia de quem amamos que terminou com as luzes dos carros a iluminar o local! Temos tantas memórias giras!

- Completar o diário do 1º ano. Falta-me imprimir mais umas fotos para preencher completamente o diário - uma lembrança que ele terá, escrito com amor.

- Organizar as mil e quinhentas fotos e imprimi-las. Uma parte já está e já imprimi algumas mas ainda há tanto por fazer ... É sempre uma tarefa que fica de ano para ano, acho que preciso de uma secretária para pôr ordem nisto!

- Acabar a decoração do quarto do pequeno. Que gozo deu-me montar o ninho, ver as minhas ideias a ganharem vida. Ainda não está a 100% mas acho que nunca estará, há sempre novas ideias, tira aqui e mete ali, sei lá. Mas adoro o resultado final, é o meu espeço preferido cá de casa, ficou muito mimoso.

- Cuidar mais de mim. E lá está ele, o desejo mais batido de sempre, o 'bora lá emagrecer, o sair sempre de casa toda arranjadinha, sem um cabelo fora do sitio, blábláblá. Em Fevereiro já ninguém se lembra disto! Apesar de ficar sempre aquém das minhas expectativas, cheguei a Dezembro com algumas pessoas a dizerem que estava mais magra. Também foi o ano em que arrisquei e mudei o visual. Adeus, cabelos de Ranpuzel! Primeiro estranhei, depois entranhei. Adoro o resultado final. Apesar de já não ser tão certinha, mantenho sempre que possível os mesmos cuidados com a pele que tive na gravidez. E cuidar mais de mim também passa por me valorizar mais, aceitar-me tal e qual como sou, desejando sempre ser a melhor versão de mim mesma, e manter longe todas as energias negativas.

- Ter férias. Não tinha grandes planos, com um bebé pequeno é difícil programar coisas com algum tempo de antecedência, não vá estar doente (como aconteceu nas primeiras férias do ano que acabamos por ficar por casa), queria apenas uns dias de sossego, a três, 24h por dia. E sem grandes planos acabamos por ter umas férias maravilhosas. Conhecemos o interior alentejano e aventuramo-nos numa viagem até Roma, a três.

- Abrir uma conta poupança para o filhote. Não abri ainda uma conta, os juros a oferta é tão aliciante que uma pessoa fica baralhada!, mas juntei o valor que tinha em mente. Melhor, consegui juntar mais! Tendo em conta que este ano foi um ano de todas as desgraças (a minha primeira multa de estacionamento no inicio do ano foi um pressagio que vinha muita despesa por aí), estou bastante satisfeita com tal proeza. Poupar sempre foi importante para mim, com um filho ainda mais, fico mais descansada sabendo que já tem uma boa quantia para o seu futuro. Nunca se sabe o dia de amanhã.

- Experimentar ou conhecer algo novo. Este ano foi muito rico em novas experiências, sobretudo gastronómicas. Conhecemos novos restaurantes, novos pratos, foi um ano delicioso! Viajar a três também foi algo muito marcante, uma experiência a repetir. E a maternidade trouxe-me várias experiências/sentimentos: o primeiro dia do pai/mãe, o primeiro carnaval ... Conhecemos alguns sítios novos e assistimos ao concerto dos Il Divo, algo há muito ansiado.

- Ler mais. Vou falar baixinho para ninguém "ouvir", mas este ponto foi a grande nodoa negra deste lista. Zero. Nada. Nem um!

- Destralhar a minha vida de coisas materiais e negativas e preenchê-la de bons momentos e continuar a crescer enquanto pessoa - sobretudo no meu novo papel de mãe. Não sou pessoa de modas mas gosto do conceito minimalista que anda por aí, não serei o melhor exemplo mas tenho vindo a simplificar a minha vida, a dar mais valor ao que realmente tem valor. Será uma constante aprendizagem. Tal como crescer enquanto pessoa (e mãe), um constante work in progress.

Resoluções para 2017? O mesmo de sempre:
Metade das tristezas de 2016, e o dobro das alegrias!

Bom Ano.